Para mudar, efetivamente, o quadro caótico em que estamos inseridos, além de médidas educacionais, devemos estar convictos de que são necessárias, também, medidas políticas que estabeleçam o conhecimento como uma META, que teria como principal objetivo, CONSCIENTIZAR que cada um de nós (professores e alunos) têm papel imprescindível no processo político.
De que adianta 'instruir', mensurar o conhecimento e não ter flexibilidade na Avaliação? Quando não 'construímos' a formação, no aluno, o CIDADÃO, preocupado em gerir esse país de forma consciente e responsável, fica evidente que os conhecimentos estabelecidos pela ESCOLA não condizem com a realidade social do país.
Devemos, como EDUCADORES, estabelecer mudanças nesse quadro!
Cabe-nos, como mentores e educadores, utilizar a retórica para 'prender' o aluno e ao mesmo tempo, 'libertá-lo'.
Contraditório?
Prendemos quando nos envolvemos com a realidade social do NOSSO aluno: ninguém é igual a ninguém. Quando ao invés de fixar regras prontas e absolutas, abrimos espaço para ouvir. Quando ao invés de exigir o 'silêncio' do temor, estimular o 'ruído' da cooperação.
A partir disso, podemos realmente, TENTAR construir um futuro... cheio de dinamismo e favorecendo o diálogo.
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